Não, esse não é um post político ou politizado é só uma mera emanação da mente.
Muitas vezes não sabemos onde estamos na cadeia econômica e mesmo assim aprendemos a capitalizar tudo, queremos sempre mais as coisas que quase sempre não são necessárias e nos conformamos a simplesmente querê-las, dizemos "É normal".
Ao passo que aprendemos algo, evoluímos, certo? depende...
Nos dias atuais a resposta mais adequada talvez seja mesmo depende afinal trabalhamos, namoramos, casamos, viajamos e nos conformamos seja só fechando os olhos para o que realmente importa ou achando que o "curtiu" solidário do facebook já basta.
O capitalismo vem sendo meu mártir pessoal a alguns meses e admito estar cada vez menos empenhado em ajudar a encher os bolsos das pessoas que venho trabalhando, é complicado pensar nisso e explicar é muito mais... mas vamos tentar.
Vamos exemplificar utilizando dois perfis possíveis, o primeiro é o que tem opção é aquele tipo de pessoa que pode se dar ao luxo de pensar e de fazer coisas novas de formas novas porque não compartilha do peso das coisas como elas são ou mais popularmente "não tem um pardal para dar água" e o segundo perfil é aquele tipo de pessoa que não tem opção é o que precisa trabalhar em algo que nem pensa direito no que representa simplesmente para satisfazer necessidades básicas, e as vezes não básicas, das pessoas que o cercam sejam elas filhos, esposas, maridos, parentes ou qualquer outra relação que fuja a nosso devaneio.
No caso de ter opção e fingir que tudo caminha conforme a humanidade, acordamos cedo todo dia e vamos trabalhar, chegamos ao trabalho e fazemos coisas que não nos satisfazem que não nos apetecem e não adicionam nada a nossa vida, leia dessa forma se você não é massagista de modelos ou degustador de cerveja (risos)... enfim, trabalhar em algo que não acreditamos pode ser penoso, custoso, triste e doloroso as vezes necessário pois para manter o alto padrão de vida que te foi inflamado pela mídia você tem que trabalhar mesmo não tenho o tal pardal para sustentar.
E então um dia você acorda e percebe que tem opção, não é uma pessoa fora do padrão mundial de necessidades básicas mas você pode optar por uma vida melhor, melhores condições e quem sabe até um trabalho onde consiga fazer a diferença, pensar e ser pensado.
Tudo bem, a máquina da indústria morre se o mundo resolver parar e não se conformar mas o que se pode fazer... A certeza que temos é que o mundo não acabará se mais pessoas tiverem opção, se mais opções forem tomadas por cidadãos que tanto dedicam suas vidas a satisfazer os reizinhos.
E ai vem a grande sacada, como continuar trabalhando de forma que você consiga valorizar suas idéias e promover a retroalimentação positiva da sociedade?
Muitas vezes não sabemos onde estamos na cadeia econômica e mesmo assim aprendemos a capitalizar tudo, queremos sempre mais as coisas que quase sempre não são necessárias e nos conformamos a simplesmente querê-las, dizemos "É normal".
Ao passo que aprendemos algo, evoluímos, certo? depende...
Nos dias atuais a resposta mais adequada talvez seja mesmo depende afinal trabalhamos, namoramos, casamos, viajamos e nos conformamos seja só fechando os olhos para o que realmente importa ou achando que o "curtiu" solidário do facebook já basta.
O capitalismo vem sendo meu mártir pessoal a alguns meses e admito estar cada vez menos empenhado em ajudar a encher os bolsos das pessoas que venho trabalhando, é complicado pensar nisso e explicar é muito mais... mas vamos tentar.
Vamos exemplificar utilizando dois perfis possíveis, o primeiro é o que tem opção é aquele tipo de pessoa que pode se dar ao luxo de pensar e de fazer coisas novas de formas novas porque não compartilha do peso das coisas como elas são ou mais popularmente "não tem um pardal para dar água" e o segundo perfil é aquele tipo de pessoa que não tem opção é o que precisa trabalhar em algo que nem pensa direito no que representa simplesmente para satisfazer necessidades básicas, e as vezes não básicas, das pessoas que o cercam sejam elas filhos, esposas, maridos, parentes ou qualquer outra relação que fuja a nosso devaneio.
No caso de ter opção e fingir que tudo caminha conforme a humanidade, acordamos cedo todo dia e vamos trabalhar, chegamos ao trabalho e fazemos coisas que não nos satisfazem que não nos apetecem e não adicionam nada a nossa vida, leia dessa forma se você não é massagista de modelos ou degustador de cerveja (risos)... enfim, trabalhar em algo que não acreditamos pode ser penoso, custoso, triste e doloroso as vezes necessário pois para manter o alto padrão de vida que te foi inflamado pela mídia você tem que trabalhar mesmo não tenho o tal pardal para sustentar.
E então um dia você acorda e percebe que tem opção, não é uma pessoa fora do padrão mundial de necessidades básicas mas você pode optar por uma vida melhor, melhores condições e quem sabe até um trabalho onde consiga fazer a diferença, pensar e ser pensado.
Tudo bem, a máquina da indústria morre se o mundo resolver parar e não se conformar mas o que se pode fazer... A certeza que temos é que o mundo não acabará se mais pessoas tiverem opção, se mais opções forem tomadas por cidadãos que tanto dedicam suas vidas a satisfazer os reizinhos.
E ai vem a grande sacada, como continuar trabalhando de forma que você consiga valorizar suas idéias e promover a retroalimentação positiva da sociedade?
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